[Li & Postei] Clássicos Históricos 360 - O Homem Perfeito Anne Gracie


Ele queria uma noiva... e encontrou o amor!

Os salões de baile londrinos não são o ambiente adequado para um pária da sociedade como Sebastian Reyne. Mas suas irmãs mais novas precisam urgentemente de alguém que cuide delas, e por isso Sebastian está à procura de uma moça ajuizada e responsável com quem possa se casar. Certamente, não alguém como Hope Merridew, uma jovem linda, mas impetuosa e atrevida! Hope nota o evidente interesse de Sebastian, e se sente atraída por seu charme sedutor. Para ela, Sebastian Reyne parece um príncipe encantado, o homem que tem tudo para realizar seu sonho de dançar a valsa perfeita! Mas quem poderia imaginar que uma simples dança acenderia a chama de uma paixão tão intensa, que os envolveria numa emocionante intriga de sensualidade e desejo?

— Então, srta. Merridew... me dará a honra da próxima dança? Hope hesitou, olhando para a poderosa mão que Sebastian lhe estendia, cheia de cicatrizes. A presença física dele era potente e desconcertante. Na verdade havia algo naquele homem que a intrigava. Os cavalheiros ao redor notaram a incerteza, e já se aproximavam para tentar a sorte, quando ela afirmou:
— Sim, sr. Reyne. Eu aceito.
Sebastian sentiu-se um ogro esmagando os dedinhos de uma fada. Então, pousou a outra mão em torno da cintura dela, experimentando, sobre o delicado tecido do vestido, a saliência quente de sua carne.
Como conseguiria dançar quando o desejo era de abraçá-la? Temendo perder o controle, segurou Hope com firmeza a uma distância segura e deu o primeiro passo, como se estivesse saltando para um desfiladeiro. Sem olhar para baixo.
E Sebastian Reyne não costumava agir por instinto, e sim pela lógica e pelo bom senso.
Porém, o que sentia naquele momento era volúpia, e volúpia nunca vinha acompanhada da lógica e do bom senso.
— É costume conversar enquanto dançamos, sr. Reyne.
Conversar?, Sebastian pensou. Mas como seria possível encontrar algo para dizer com uma mulher como aquela em seus braços?!
Mesmo que soubesse o que dizer, não podia garantir que sua voz iria sair. Sua boca estava seca, a língua, grossa, e toda sua anatomia reagia a Hope.
— Ah, é claro! Pode falar, então — foi a saída dele.
Uma risada macia flutuou no ar, que soou como água na fonte, como gotas de chuva e diamantes.
Sebastian se arrepiou, e sua imaginação o fez ver-se apertando-a e beijando-a até que eles perdessem os sentidos.
Mas achavam-se no meio do salão de baile. Um, dois, três. Um dois, três, Sebastian contava mentalmente

.

Mas um que faz parte de uma série e eu li fora de ordem, pelo menos esse eu achei muito bom, me diverti com o casal.

1 comentários :

  1. Olá!

    Há muito eu não leio livros desse tipo, mas já li em algum momento de minha vida, e até poderia dizer que bateu um certo saudosismo de minha ingenuidade.
    Pois bem, acho clássicos históricos válidos para sua época, portanto não posso recriminá-los pela temática. Que bom que gostou!

    Abraços.

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