Diversos

Emílio Santiago Verdade Chinesa





Era só isso
Que eu queria da vida
Uma cerveja
Uma ilusão atrevida
Que me dissesse
Uma verdade chinesa
Com uma intenção
De um beijo doce na boca...
A tarde cai
Noite levanta a magia
Quem sabe a gente
Vai se ver outro dia
Quem sabe o sonho
Vai ficar na conversa
Quem sabe até a vida
Pague essa promessa...
Muita coisa a gente faz
Seguindo o caminho
Que o mundo traçou
Seguindo a cartilha
Que alguém ensinou
Seguindo a receita
Da vida normal...
Mas o que é
Vida afinal?
Será que é fazer
O que o mestre mandou?
É comer o pão
Que o diabo amassou?
Perdendo da vida
O que tem de melhor...
Senta, se acomoda
À vontade, tá em casa
Toma um copo, dá um tempo
Que a tristeza vai passar
Deixa, prá amanhã
Tem muito tempo
O que vale
É o sentimento
E o amor que a gente
Tem no coração...
(Repetir a letra)
(Final):
Senta, se acomoda
À vontade, tá em casa
Toma um copo, dá um tempo
Que a tristeza vai passar...
Deixa, prá amanhã
Tem muito tempo
O que vale
É o sentimento
E o amor que a gente
Tem no coração...(2x)

1 comentários:

Anne Gracie,

[Li & Postei] Clássicos Históricos 360 - O Homem Perfeito Anne Gracie


Ele queria uma noiva... e encontrou o amor!

Os salões de baile londrinos não são o ambiente adequado para um pária da sociedade como Sebastian Reyne. Mas suas irmãs mais novas precisam urgentemente de alguém que cuide delas, e por isso Sebastian está à procura de uma moça ajuizada e responsável com quem possa se casar. Certamente, não alguém como Hope Merridew, uma jovem linda, mas impetuosa e atrevida! Hope nota o evidente interesse de Sebastian, e se sente atraída por seu charme sedutor. Para ela, Sebastian Reyne parece um príncipe encantado, o homem que tem tudo para realizar seu sonho de dançar a valsa perfeita! Mas quem poderia imaginar que uma simples dança acenderia a chama de uma paixão tão intensa, que os envolveria numa emocionante intriga de sensualidade e desejo?

— Então, srta. Merridew... me dará a honra da próxima dança? Hope hesitou, olhando para a poderosa mão que Sebastian lhe estendia, cheia de cicatrizes. A presença física dele era potente e desconcertante. Na verdade havia algo naquele homem que a intrigava. Os cavalheiros ao redor notaram a incerteza, e já se aproximavam para tentar a sorte, quando ela afirmou:
— Sim, sr. Reyne. Eu aceito.
Sebastian sentiu-se um ogro esmagando os dedinhos de uma fada. Então, pousou a outra mão em torno da cintura dela, experimentando, sobre o delicado tecido do vestido, a saliência quente de sua carne.
Como conseguiria dançar quando o desejo era de abraçá-la? Temendo perder o controle, segurou Hope com firmeza a uma distância segura e deu o primeiro passo, como se estivesse saltando para um desfiladeiro. Sem olhar para baixo.
E Sebastian Reyne não costumava agir por instinto, e sim pela lógica e pelo bom senso.
Porém, o que sentia naquele momento era volúpia, e volúpia nunca vinha acompanhada da lógica e do bom senso.
— É costume conversar enquanto dançamos, sr. Reyne.
Conversar?, Sebastian pensou. Mas como seria possível encontrar algo para dizer com uma mulher como aquela em seus braços?!
Mesmo que soubesse o que dizer, não podia garantir que sua voz iria sair. Sua boca estava seca, a língua, grossa, e toda sua anatomia reagia a Hope.
— Ah, é claro! Pode falar, então — foi a saída dele.
Uma risada macia flutuou no ar, que soou como água na fonte, como gotas de chuva e diamantes.
Sebastian se arrepiou, e sua imaginação o fez ver-se apertando-a e beijando-a até que eles perdessem os sentidos.
Mas achavam-se no meio do salão de baile. Um, dois, três. Um dois, três, Sebastian contava mentalmente

.

Mas um que faz parte de uma série e eu li fora de ordem, pelo menos esse eu achei muito bom, me diverti com o casal.

1 comentários: