ABRIL|| Lançamento da editora Arqueiro


Oi, meus queridos, tudo bem?  Hoje é dia de mais um post da coluna "Lançamentos Editoriais" e dessa vez será da editora Arqueiro para o mês de abril! Além disso, estou muito feliz pois a Editora Arqueiro renovou a nossa parceria. Mais uma vez gostaria de agradecer a toda equipe da Arqueiro por ter escolhido o blog, dentre tantos! Muito obrigada \o/



“Personagens carismáticos e a alta tensão sexual entre Rannulf e Judith fazem de Ligeiramente maliciosos uma leitura verdadeiramente deliciosa.” – Publishers Weekly

Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima.
Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.
Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.
Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora? Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.

MARY BALOGH nasceu e foi criada no País de Gales, sempre sonhou ser escritora
e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na
Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary
finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses
escrevendo, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em
1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria
Período da Regência. Em 1988, ela passou a se dedicar apenas aos livros.




Jeremy Marsh é um jornalista cético que dedica a vida a investigar e desmentir fenômenos sobrenaturais. Ele está no auge do sucesso, prestes a ir trabalhar na TV, quando recebe uma carta curiosa.
Nela, uma senhora relata a ocorrência de luzes estranhas e fantasmagóricas no cemitério da pequena cidade de Boone Creek. Farejando uma boa história, Jeremy sai de Nova York e vai passar uma semana lá.
Quando começa suas investigações, ele conhece a obstinada Lexie Darnell. Responsável pela biblioteca local, ela está determinada a proteger as pessoas e a cidade que tanto ama – e nem um pouco disposta a confiar no forasteiro. Depois de sofrer pelo término de dois relacionamentos, ela tem duas certezas: a primeira é de que seu lugar é em Boone Creek, e a segunda é de que não se pode acreditar num homem tão sedutor quanto Jeremy.
O que ela não imagina é que o jornalista também tem suas feridas. Ele nunca conseguiu superar completamente a dor de seu casamento desfeito e a frustração de saber que jamais poderá ser pai.
Enquanto tenta descobrir a verdade por trás das luzes do cemitério, Jeremy tem que desvendar também os próprios sentimentos e se vê diante de escolhas muito difíceis, entre elas a de voltar para a vida que conhece em Nova York ou fazer algo completamente novo: acreditar.
O milagre é um romance que explora os maiores mistérios de todos: os do coração.

NICHOLAS SPARKS lançou seu primeiro livro aos 31 anos, ao qual se seguiram outros
18. Suas obras foram traduzidas para 50 idiomas e já venderam mais de 100 milhões
de exemplares no mundo todo. Onze de seus livros ganharam adaptações para o
cinema e para a TV. O autor mora na Carolina do Norte e tem cinco filhos.



Douglas Adams é autor da série O Mochileiro das Galáxias, que já vendeu 1,5 milhão de livros no Brasil.
Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently é o primeiro livro de uma duologia.

A série O Mochileiro das Galáxias consagrou Douglas Adams por sua fina ironia e sua capacidade de elaborar histórias hilárias e inusitadas. Porém, essa não foi sua única obra-prima. Também na década de 1980, ele criou o personagem Dirk Gently, cujos elementos principais surgiram quando escrevia episódios para Doctor Who, outro ícone britânico da ficção científica.
Richard MacDuff é um engenheiro de computação perfeitamente normal que sempre se comportou muito bem, obrigado, até o dia em que deixa uma mensagem equivocada na secretária eletrônica de sua namorada, Susan Way. Arrependido, toma a decisão mais natural possível: escalar o prédio dela e invadir seu apartamento para roubar a fita com a gravação.
Na vizinhança, Dirk Gently bisbilhota os arredores com seu binóculo quando presencia o ato tresloucado do antigo colega de faculdade e decide entrar em contato para lhe oferecer seus serviços investigativos. Depois de uma série de acontecimentos bizarros, o detetive percebe uma interconexão obscura entre a atitude estapafúrdia do amigo e o assassinato de Gordon Way – irmão de Susan e chefe de Richard, que passa a ser suspeito do crime. Então, os dois veem-se envolvidos num caso incrivelmente estranho, com elementos díspares e desconexos que, no final, conseguem se encaixar de forma perfeita e construir uma trama típica de Douglas Adams.


DOUGLAS ADAMS é autor de O Salmão da Dúvida e da famosa série O Mochileiro das Galáxias – cujos títulos incluem O Guia do Mochileiro das Galáxias, O Restaurante no Fim do Universo, A Vida, o Universo e Tudo Mais, Até Mais, e Obrigado pelos Peixes! e Praticamente Inofensiva –, todos publicados pela Arqueiro. Adams nasceu em Cambridge, Inglaterra, em 1952, e morreu aos 49 anos, em 2001.



“Com uma dupla de heróis improváveis, este suspense religioso e sobrenatural apresenta mistérios históricos combinados a intrigas modernas. Uma coisa é certa: é um thriller de primeira categoria.” – Booklist
“Este documento, querida amiga, vai abalar a Igreja.”

Ao ler essas palavras em uma carta encontrada em um arquivo empoeirado, Thomas Kelly fica cético. O documento citado na correspondência está desaparecido, mas Thomas, padre da ordem dos jesuítas, duvida que exista algo com tal poder – até ser convocado ao Vaticano para iniciar uma busca desesperada por ele.
Enquanto isso, diante de um conselho formado por seus superiores, Livia Pietro recebe instruções claras: encontrar um padre jesuíta recém-chegado a Roma e juntar-se a ele na procura da Concordata, um tratado que contém um segredo tão chocante que poderá destruir para sempre todo o povo de Livia.
Enquanto pistas cifradas do passado lançam os dois em um universo traiçoeiro repleto de obras de arte, maquinações religiosas e conspirações, eles são caçados por pessoas capazes de tudo para achar o documento primeiro. Thomas e Livia, então, precisam correr para montar o quebra-cabeça capaz de redefinir os rumos da história e evitar o caos e a destruição que a revelação da Concordata poderá causar. Livia, porém, tem um segredo: ela e seu povo são vampiros.

SAM CABOT é o pseudônimo de Carlos Dews e S. J. Rozan.
CARLOS DEWS é professor-associado e titular do Departamento de Língua e Literatura Inglesa na Universidade John Cabot, onde dirige o Instituto de Escrita Criativa e Tradução Literária. Mora em Roma. S. J. ROZAN é autora de muitos romances aclamados pela crítica e de contos policiais agraciados com os maiores
prêmios da literatura do gênero, incluindo o Edgar Allan Poe, o Shamus, o Anthony, o Macavity e o Nero. Nascida e criada no Bronx, Rozan vive atualmente em Manhattan.

E aí, que livros vocês vão adicionar na listinha de compras?

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